Criança viciada em internet chorando por ter seu smartphone retirado de suas mãos pelo pai

Especialistas em todo o mundo advertem os pais dos riscos do uso de celulares e tablets na infância. Crianças de dois anos estão aprendendo a acessar websites como o Youtube, por exemplo. Os pais, em um esforço para distrair ou entreter os filhos, deixam o acesso livre aos dispositivos.

O risco de vício em internet é real, além dos potenciais danos à saúde mental, falha ao desenvolver aptidões sociais e problemas visuais.

As redes sociais representam o maior problema, pois as crianças substituem o tempo com a família pela interação online, o que resulta em problemas emocionais e sociais, falta de pensamento criativo e dificuldade em lidar com as próprias emoções.

O acesso à internet também aumenta o risco de cyberbullying, exposição a conteúdos impróprios online e facilita o alcance de predadores. As crianças são muito vulneráveis emocionalmente e as experiências no ambiente da internet podem ser devastadoras para a sua saúde mental.

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda restringir o “tempo de tela” das crianças, de acordo com a idade:

  • abaixo de 2 anos: evitar totalmente;
  • 2 a 5 anos: máximo de uma hora por dia, com supervisão;

Também é recomendado, desde cedo, manter um diálogo aberto com os filhos sobre boas práticas online e os riscos que a internet pode oferecer.

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