Vacinas relacionadas ao trabalho: quais são elas?

Close do braço de um adulto recebendo uma vacina relaciona ao trabalho por um médico

Você concorda que todos nós, na rotina do dia a dia, estamos expostos a diversos tipos de vírus e bactérias? A verdade é que, para a maioria das doenças comuns que conhecemos, e que são causadas por esses agentes (e a COVID-19 está aí para provar isso), o contato mínimo com uma pessoa infectada já é o bastante para que nosso organismo seja comprometido.

Porém, acredite: existem certos tipos de trabalhos, profissões e ocupações que triplicam esse risco. Um bom caso disso seria, por exemplo, o profissional de saúde. Afinal, ele lida diariamente e DIRETAMENTE com diversas pessoas infectadas por agentes distintos e, muitas vezes, infecciosos. Logo, ele precisa se resguardar destes riscos e, claro, proteger seus colegas e demais pacientes.

Sendo assim, não é de se espantar que, para alguns locais, é preciso que o funcionário receba uma ou mais doses obrigatórias de vacinas para trabalhar em segurança. Confira agora, então, quais são as principais ocupações com vacinação indicada, e suas respectivas vacinas:

Saúde

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), são considerados profissionais da área de saúde: “médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, patologistas e técnicos de patologia, dentistas, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, pessoal de apoio, manutenção e limpeza de ambientes hospitalares, maqueiros, motoristas de ambulância, técnicos de RX e outros profissionais lotados ou que frequentam assiduamente os serviços de saúde, tais como representantes da indústria farmacêutica e outros.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatites A e/ou B – para quem ainda não recebeu o esquema dessas vacinas, eles funcionam assim:

  • hepatite A: duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses);
  • hepatite B: três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses);
  • hepatite A e B (é combinada e, portanto, pode substituir a vacinação isolada de quaisquer uma das opções acima): três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

3. Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP + Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, a dose de dTpa pode ser aplicada a qualquer momento + uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas com o esquema completo, é necessário um reforço de dTpa 10 anos após a última aplicação desta;
  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação: é necessária uma dose de dTpa + duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses).

Observação: a dTpa, a depender da disponibilidade do local, pode ser substituída pela dTpa-VIP, ou pela dT.

4. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

5. Influenza (gripe) – dose única e anual.

6. Meningocócicas conjugadas ACWY/C – é preciso apenas uma dose. Porém, a depender da situação epidemiológica, pode ser necessário um reforço.

7. Meningocócica B – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas. Seu uso, porém, pode ser ponderado, sendo indicada de acordo com a situação epidemiológica.

Alimentação e bebidas

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), são considerados profissionais que lidam com essa área: pessoas “que trabalham em empresas de alimentos e bebidas, cozinheiros, garçons, atendentes, pessoal de apoio, manutenção e limpeza.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Hepatite A – duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses).

2. Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, é necessária uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação é duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses);
  • dependendo da disponibilidade do local, a dT pode substituir a dTpa (difteria, tétano e coqueluche).

3. Influenza (gripe) – dose única e anual.

Militares, policiais e bombeiros

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os profissionais dessas áreas: “precisam das vacinações são aqueles que atuam, especificamente, em missões e trabalhos em regiões de risco epidemiológico, ou com possibilidade de surtos por doenças imunopreveníveis.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatites A e/ou B – para quem ainda não recebeu o esquema dessas vacinas, eles funcionam assim:

  • hepatite A: duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses);
  • hepatite B: três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses);
  • hepatite A e B (é combinada e, portanto, pode substituir a vacinação isolada de quaisquer uma das opções acima): três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

3. Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP + Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, a dose de dTpa pode ser aplicada a qualquer momento + uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas com o esquema completo, é necessário um reforço de dTpa 10 anos após a última aplicação desta;
  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação: é necessária uma dose de dTpa + duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses).

Observação: a dTpa, a depender da disponibilidade do local, pode ser substituída pela dTpa-VIP, ou pela dT.

4. Poliomielite inativada – é necessária só uma dose e, mesmo assim, apenas em pessoas que ainda não receberam essa vacina.

5. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

6. Influenza (gripe) – dose única e anual.

7. Meningocócicas conjugadas ACWY/C – é preciso apenas uma dose. Porém, a depender da situação epidemiológica, pode ser necessário um reforço.

8. Meningocócica B – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas. Seu uso, porém, pode ser ponderado, sendo indicada de acordo com a situação epidemiológica.

9. Febre amarela – normalmente, requer apenas uma dose para residentes ou viajantes para países e regiões que recomendam/exigem essa vacina. Em caso de viagem, receba a dose 10 dias antes desta.

10. Raiva – apenas para pré-exposição, ela exige 3 doses com o esquema (0 – 7 – 21 a 28 dias).

11. Febre tifoide – dose única. Dependendo da situação (risco de infecção), pode haver uma necessidade de reforço três anos após a primeira dose.

Profissionais que lidam com dejetos, águas contaminadas e coletores de lixo

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os profissionais que se encaixam nessa categoria são: “mergulhadores, salva-vidas, guardiões de piscinas, manipuladores de lixo e/ou esgotos e/ou águas pluviais, alguns profissionais da construção civil.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Hepatites A e/ou B – para quem ainda não recebeu o esquema dessas vacinas, eles funcionam assim:

  • hepatite A: duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses);
  • hepatite B: três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses);
  • hepatite A e B (é combinada e, portanto, pode substituir a vacinação isolada de quaisquer uma das opções acima): três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

2. Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, é necessária uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação é duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses);
  • dependendo da disponibilidade do local, a dT pode substituir a dTpa (difteria, tétano e coqueluche).

3. Influenza (gripe) – dose única e anual.

4. Febre tifoide – dose única. Dependendo da situação (risco de infecção), pode haver uma necessidade de reforço três anos após a primeira dose.

Profissionais que trabalham com crianças

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), são pessoas que se enquadram nessa categoria: “professores e outros profissionais que trabalham em escolas, creches e orfanatos.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatite A – duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses).

3. Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP + Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, a dose de dTpa pode ser aplicada a qualquer momento + uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas com o esquema completo, é necessário um reforço de dTpa 10 anos após a última aplicação desta;
  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação: é necessária uma dose de dTpa + duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses).

Observação: a dTpa, a depender da disponibilidade do local, pode ser substituída pela dTpa-VIP, ou pela dT.

4. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

5. Influenza (gripe) – dose única e anual.

Profissionais que entram em contato frequente ou ocasional com animais

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), são pessoas que se enquadram nessa categoria: “veterinários e outros profissionais que lidam com animais, frequentadores ou visitantes de cavernas.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, é necessária uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação é duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses);
  • dependendo da disponibilidade do local, a dT pode substituir a dTpa (difteria, tétano e coqueluche).

2. Influenza (gripe) – dose única e anual.

3. Raiva – apenas para pré-exposição, ela exige 3 doses com o esquema (0 – 7 – 21 a 28 dias).

Profissionais administrativos

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), as pessoas que se enquadram nessa categoria são aquelas que: “trabalham em escritórios, fábricas e outros ambientes geralmente fechados.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacina indicada:

1. Influenza (gripe) – dose única e anual.

Profissionais que viajam muito

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), as pessoas que se enquadram nessa categoria tem: “risco aumentado de exposição a infecções endêmicas em destinos nacionais ou internacionais.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatites A e/ou B – para quem ainda não recebeu o esquema dessas vacinas, eles funcionam assim:

  • hepatite A: duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses);
  • hepatite B: três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses);
  • hepatite A e B (é combinada e, portanto, pode substituir a vacinação isolada de quaisquer uma das opções acima): três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

3. Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP + Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, a dose de dTpa pode ser aplicada a qualquer momento + uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas com o esquema completo, é necessário um reforço de dTpa 10 anos após a última aplicação desta;
  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação: é necessária uma dose de dTpa + duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses).

Observação: a dTpa, a depender da disponibilidade do local, pode ser substituída pela dTpa-VIP, ou pela dT.

4. Poliomielite inativada – é necessária só uma dose e, mesmo assim, apenas em pessoas que ainda não receberam essa vacina.

5. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

6. Influenza (gripe) – dose única e anual.

7. Meningocócicas conjugadas ACWY/C – é preciso apenas uma dose. Porém, a depender da situação epidemiológica, pode ser necessário um reforço.

8. Meningocócica B – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas. Seu uso, porém, pode ser ponderado, sendo indicada de acordo com a situação epidemiológica.

9. Febre amarela – normalmente, requer apenas uma dose para residentes ou viajantes para países e regiões que recomendam/exigem essa vacina. Em caso de viagem, receba a dose 10 dias antes desta.

10. Febre tifoide – dose única. Dependendo da situação (risco de infecção), pode haver uma necessidade de reforço três anos após a primeira dose.

Receptivos de estrangeiros

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), são eles: “operadores e guias de turismo, profissionais da hotelaria; transporte público, seguranças de estabelecimentos como estádios, ginásios, boates, entre outros.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatite A – duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses).

3. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

4. Influenza (gripe) – dose única e anual.

Manicures, pedicures, podólogos e tatuadores:

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), são considerados profissionais que se enquadram nessa categoria aqueles que correm: “risco de acidentes perfurocortantes e exposição ao sangue.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Hepatite B – três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

2. Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, é necessária uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação é duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses);
  • dependendo da disponibilidade do local, a dT pode substituir a dTpa (difteria, tétano e coqueluche).

3. Influenza (gripe) – dose única e anual.

Profissionais que trabalham em ambientes de confinamento:

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), são eles: “agentes penitenciários e carcerários, trabalhadores de asilos, orfanatos e hospitais psiquiátricos, trabalhadores de plataformas marítimas e embarcações radares para exploração de petróleo.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatites A e/ou B – para quem ainda não recebeu o esquema dessas vacinas, eles funcionam assim:

  • hepatite A: duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses);
  • hepatite B: três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses);
  • hepatite A e B (é combinada e, portanto, pode substituir a vacinação isolada de quaisquer uma das opções acima): três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

3. Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP + Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, a dose de dTpa pode ser aplicada a qualquer momento + uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas com o esquema completo, é necessário um reforço de dTpa 10 anos após a última aplicação desta;
  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação: é necessária uma dose de dTpa + duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses).

Observação: a dTpa, a depender da disponibilidade do local, pode ser substituída pela dTpa-VIP, ou pela dT.

4. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

5. Influenza (gripe) – dose única e anual.

Profissionais e voluntários que atuam em campos de refugiados, situações de catástrofes e ajuda humanitária:

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os profissionais que se encaixam nessa categoria são aqueles que correm: “risco de exposição a doenças endêmicas, condições de trabalho insalubre, risco aumentado para transmissão de doenças infecciosas.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatites A e/ou B – para quem ainda não recebeu o esquema dessas vacinas, eles funcionam assim:

  • hepatite A: duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses);
  • hepatite B: três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses);
  • hepatite A e B (é combinada e, portanto, pode substituir a vacinação isolada de quaisquer uma das opções acima): três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

3. Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP + Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, a dose de dTpa pode ser aplicada a qualquer momento + uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas com o esquema completo, é necessário um reforço de dTpa 10 anos após a última aplicação desta;
  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação: é necessária uma dose de dTpa + duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses).

Observação: a dTpa, a depender da disponibilidade do local, pode ser substituída pela dTpa-VIP, ou pela dT.

4. Poliomielite inativada – é necessária só uma dose e, mesmo assim, apenas em pessoas que ainda não receberam essa vacina.

5. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

6. Influenza (gripe) – dose única e anual.

7. Meningocócicas conjugadas ACWY/C – é preciso apenas uma dose. Porém, a depender da situação epidemiológica, pode ser necessário um reforço.

8. Meningocócica B – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas. Seu uso, porém, pode ser ponderado, sendo indicada de acordo com a situação epidemiológica.

9. Febre amarela – normalmente, requer apenas uma dose para residentes ou viajantes para países e regiões que recomendam/exigem essa vacina. Em caso de viagem, receba a dose 10 dias antes desta.

10. Raiva – apenas para pré-exposição, ela exige 3 doses com o esquema (0 – 7 – 21 a 28 dias).

11. Febre tifoide – dose única. Dependendo da situação (risco de infecção), pode haver uma necessidade de reforço três anos após a primeira dose.

Atletas profissionais:

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os profissionais que se encaixam nessa categoria são aqueles que: “recebem alto investimento e têm obrigação de apresentar resultados; vivem situações de confinamento e viajam frequentemente; passam por fases de treinamento intenso com prejuízo da resposta imunológica; esportes coletivos facilitam a transmissão interpessoal de doenças, com maior risco para surtos.” (Fonte: Calendário de Vacinação SBIm Ocupacional – 2020/2021).

Vacinas indicadas:

1. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – em caso de profissionais que já receberam o esquema completo dessa vacina, não há necessidade de uma nova aplicação, a não ser em situações de risco epidemiológico (surtos, epidemias, pandemias etc).

2. Hepatites A e/ou B – para quem ainda não recebeu o esquema dessas vacinas, eles funcionam assim:

  • hepatite A: duas doses com intervalo de 6 meses entre elas (esquema 0 – 6 meses);
  • hepatite B: três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses);
  • hepatite A e B (é combinada e, portanto, pode substituir a vacinação isolada de quaisquer uma das opções acima): três doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda, e 6 meses da segunda para a terceira (esquema 0 – 1 – 6 meses).

3. Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP + Dupla adulto (difteria e tétano) – dT – para pessoas com o esquema de vacinação incompleto, a dose de dTpa pode ser aplicada a qualquer momento + uma ou duas doses de dT para concluir três doses de vacinas que tenham o componente tetânico.

São outras condições importantes:

  • para pessoas com o esquema completo, é necessário um reforço de dTpa 10 anos após a última aplicação desta;
  • para pessoas que não sabem se têm, ou não, o esquema completo de vacinação: é necessária uma dose de dTpa + duas doses de dT com um intervalo de 2 meses entre elas (esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses).

Observação: a dTpa, a depender da disponibilidade do local, pode ser substituída pela dTpa-VIP, ou pela dT.

4. Varicela (catapora) – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas.

5. Influenza (gripe) – dose única e anual.

6. Meningocócicas conjugadas ACWY/C – é preciso apenas uma dose. Porém, a depender da situação epidemiológica, pode ser necessário um reforço.

7. Meningocócica B – duas doses com um intervalo de, no máximo, 2 meses entre elas. Seu uso, porém, pode ser ponderado, sendo indicada de acordo com a situação epidemiológica.

8. Febre amarela – normalmente, requer apenas uma dose para residentes ou viajantes para países e regiões que recomendam/exigem essa vacina. Em caso de viagem, receba a dose 10 dias antes desta.

9. Raiva – apenas para pré-exposição, ela exige 3 doses com o esquema (0 – 7 – 21 a 28 dias).

10. Febre tifoide – dose única. Dependendo da situação (risco de infecção), pode haver uma necessidade de reforço três anos após a primeira dose.

Enfim…

Em caso de dúvidas, consulte seu cartão de vacinação e, claro, converse com seu médico e empregador. Assim, você saberá exatamente quais vacinas são as mais indicadas para o seu caso.

Gostou do texto? Mantenha-se sempre atualizado sobre as melhores escolhas para a sua vida com o nosso Blog e redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter)! Estamos te esperando.

Clínica Geral

Deixar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *