Métodos contraceptivos: tudo que você precisa saber sobre eles

Mulher segurando dois tipos de métodos contraceptivos, uma camisinhas e pílulas

Quando falamos em métodos contraceptivos, brinco no consultório que o céu é o limite! Primeiro porque temos inúmeras possibilidades no mercado. Segundo que varia de pessoa a pessoa: precisamos saber o que ela busca e o que ela pode, de fato, utilizar.
Independentemente da escolha, é importante agendar uma consulta com seu/sua ginecologista e fazer o acompanhamento e controle certinho para minimizar as complicações. Afinal, cada pessoa é de um jeito e nem sempre o método da sua amiga (ou vizinha, ou mãe) será o melhor para você.
Então… vamos conversar um pouco mais sobre a contracepção?

Sobre a taxa de falha dos métodos contraceptivos

A primeira coisa que impacta na nossa escolha é entender a falha. Afinal, sempre tem aquela conhecida que engravidou usando pílula, DIU ou qualquer outro método contraceptivo.
Então, a primeira coisa a se entender é que TUDO TEM FALHA! A única técnica que realmente evita 100% de gestação é a abstinência sexual, ou seja, não transar. Todos os outros terão alguma imperfeição, porém, sem neuras: o importante é saber qual grau de falha será aceito por você e seu parceiro.

Então, como entender essa taxa?

Hoje, o referencial mais utilizado é o Índice de Pearl, calculado por meio da conta abaixo:

indice de pearl

De forma bastante simples, ele vai te dizer que, usando aquele método no período de 1 ano, X mulheres (em um grupo de 100) engravidaram.
Então, um exemplo: o Índice de Pearl do DIU Mirena® é em média de 0,1. Logo, isso significa que haverá 1 gravidez para cada 1000 mulheres que o usarem durante um período de 12 meses.

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Ginecologia

Médica, especializada em Ginecologia e Obstetrícia. Membro do corpo clínico Hospital Vila da Serra, Hospital Mater Dei e Maternidade Neocenter.

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