Cachorro fazendo fisioterapia, uma modalidade da medicina integrativa

Dra. Ana Carolina Magalhães

A medicina veterinária integrativa é, na verdade, uma abordagem médica que abrange vários cuidados que dizem respeito aos animais de estimação. Ela é bacana porque combina o melhor da medicina convencional com as terapias complementares e alternativas.

Essa prática se baseia no tratamento do bichinho como um todo. Ou seja: considera cada pet como um indivíduo único e singular. Além disso, também incentiva a parceria entre o tutor e o veterinário, em que as observações e relatos do primeiro tornam-se essenciais para o sucesso do tratamento escolhido pelo segundo.

Quando aproveitamos de todas as opções terapêuticas adequadas para alcançar o bem-estar ideal dos animais de estimação, garantimos também que eles vivam por mais tempo de maneira mais saudável e feliz.

A ênfase está no uso de todas as terapias/métodos de medicina alternativa razoáveis, trabalhando em conjunto para prevenir e tratar as doenças de um jeito efetivo. E isso não seria possível usando apenas um único método.

A medicina veterinária integrativa foi concebida, então, para:

  • reduzir as doses medicamentosas;
  • minimizar os efeitos colaterais;
  • maximizar o sucesso do tratamento em menor tempo;
  • melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O médico veterinário que usa terapias que não fazem parte da medicina convencional, e as combina com tratamentos tradicionais, é um médico veterinário integrativo. O futuro da medicina veterinária reside na integração.

Por uma medicina veterinária apenas, aquela que funciona

As terapias complementares e alternativas da medicina veterinária integrativa incluem:

  • nutrologia terapêutica;
  • acupuntura;
  • ozonioterapia;
  • fitoterapia chinesa;
  • tuiná;
  • quiropraxia;
  • fisioterapia;
  • suplementação nutricional;
  • reiki;
  • cromoterapia e cromopuntura;
  • entre tantas outras.

Todas essas terapias tratam o corpo como um todo e, como tal, podem ser referidas pelo termo genérico “holístico”. Isso significa que elas o entendem como um todo integrado e o consideram, com todos os seus órgãos e sistemas, ao formular um plano de tratamento.

Elas são projetadas para estimular mecanismos homeostáticos (que buscam o equilíbrio do organismo) adaptativos, e/ou fornecer substâncias endógenas (produzidas pelo corpo) através das quais o corpo pode curar a si próprio.

Buscar o equilíbrio ANTES que a doença se instale é primordial

É por isso que a Medicina Veterinária Integrativa enfatiza a prevenção, seja ela quando se evita a ocorrência da doença, seja diagnosticando-a precocemente e tratando-a em seus estágios iniciais.
Desta maneira, ela minimiza o uso exagerado de medicamentos e traz ao seu pet bem estar e longevidade com muita qualidade.

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