Close de duas pessoas, um homem em uma mulher, segurando as mãos um do outro

Se você já disse, já ouviu ou já vivenciou algo como os relatados abaixo, você não está sozinho e este texto é todo seu:

Fulano não me entende.”
“Não dá para falar com ela, a gente não consegue conversar!”
“Ai…que reunião improdutiva, não chegamos a lugar algum.”
“Poxa, não me saí bem na entrevista.”
“Vixe…cometi um erro: o gato da minha amiga morreu e eu disse para ela parar de chorar. Ela me respondeu: “não vou parar de chorar, estou muito triste!”. Nossa…como eu não percebi que chorar era a maneira dela extravasar essa emoção? Que mico!

A comunicação interpessoal é mesmo é um desafio, né?

Mas há de haver uma solução. Afinal, a comunicação ainda é a principal ferramenta de relacionamento entre as pessoas.
Uma técnica de programação neurolinguística para ajudar com isso, então, é: acompanhe para depois conduzir.
Uma boa conversa é como uma dança. Para não pisar no pé do parceiro e vocês saírem do salão sem sequer curtirem a festa, faça como os dançarinos espertos: acompanhe, tente primeiro ir ao ritmo do parceiro, tenha leveza. Seja perceptivo e tudo ficará bem!
Isso de ‘acompanhar’ na comunicação interpessoal pode ser feito assim:

  • Repita os gestos do outro sutilmente. Se a pessoa colocou as mãos sobre a mesa, ponha a sua também;
  • Observe também o tom de voz. Se estiver agitado, não é preciso gritar também, mas sim colocar firmeza nas palavras e aumentar um pontinho no tom;
  • Foque no ritmo da respiração do outro e tente falar no compasso;
  • Dirija seu corpo na direção do outro para que ele perceba que você o escuta com atenção, faça gestos de assentimento, confirme com a cabeça.

Isso… vá dançando no ritmo do seu par! Quando perceber, ‘a conversa’ de vocês já estará rodopiando pelo salão e aí, cheque mate: é a sua vez de conduzir:

  • Faça perguntas;
  • Convide-o a ousar um passo rumo à reflexão, ou negociação do que você quer, e voilá!

Outros pontos para ser um ‘dançarino’ (quer dizer, um comunicador) perfeito!

  • Foque no positivo;
  • Fale e escreva afirmando o que você realmente quer que aconteça. Veja alguns exemplos:

No trabalho: Ao invés de dizer para o colega do trabalho: “não se esqueça de mandar o relatório pra mim, hein?” Opte por: “LEMBRE-SE de enviar o relatório para o meu e-mail, por favor.

Para o filho: No lugar de “Vá para o banho e sem fazer birra!”, prefira “Vá para o banho para ficar limpo e cheiroso. Hummmm!”.

Para o amigo: Não fale algo do tipo: “Pare com esse choro só porque seu gato morreu!”. Opte por: “Poxa, imagino como deve estar se sentindo. Era seu animal estimado. Sinto muito”.

Quem ganha com uma comunicação mais ‘arejada’?

Pode apostar: para bom entendedor, meia palavra não basta. Se você se faz entender, você ganha por aprender a se posicionar e discursar de forma clara. E o interlocutor, idem: ganha por co-responder àquilo que você soube emitir.

Bons comunicadores são capazes de disseminar sentimento de confiança, de vender ideias de forma idônea e são o tipo de gente que quando sai da nossa presença, deixa um gosto de: “poxa…eu conversaria com esta pessoa o dia todo”.

E aí? Com quem você vai conversar hoje?

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